quarta-feira, 29 de junho de 2011

Mídia – Educação no contexto escolar:
Mapeamento crítico dos trabalhos
Realizados nas escolas de Ensino
Fundamental em Florianópolis

O artigo de Silvio da Costa Pereira mostra para nós a importância de
enxergar as possibilidades de uso das Tics, que muitas vezes não são bem
utilizadas em sala de aula.

As possibilidades de exploração das mídias são infinitas: desde a utilização
de jornais, revistas, gibis, máquinas fotográficas, filmadoras e acesso a
internet; no entanto parece não ocorrer formação suficiente para que o
professor promova diversificação de atividades através do estímulo aos alunos
de forma criativa e descontraída.

O artigo traz o relato de uma pesquisa que o autor realizou em algumas
escolas com o objetivo de mapear os trabalhos que estavam sendo feitos com
a utilização das mídias nas escolas e como estava sendo o aproveitamento por
parte dos alunos.

As observações do autor citam a utilização de filmes e vídeos entre outros,
nos relatos colhidos há a citação de que na sala de aula é muito usado giz
e quadro; ou seja coisa escrita; sendo que há outras formas de introduzir
conhecimentos através da utilização de outras linguagens.

Nesse mapeamento, o autor verificou que embora o uso das mídias seja
razoavelmente grande, é perceptível que nem sempre refletem sobre o seu
uso; os gestores parecem não levar em conta que muitos dos professores
nasceram em um mundo sem muitas dessas mídias e que precisam de
uma formação abrangente que possa sanar as dificuldades existentes.
Apesar de ser do conhecimento dos professores que as crianças são hábeis
consumidoras dessas mídias; a maioria dos profissionais não parecem ter
se dado conta de que poderiam ser mediadores desses usos e que poderiam
alcançar um bom aproveitamento e aprofundamento nos conteúdos com todos
esses recursos existentes.

Através da proposta criada pelo British Film Institute ( BFI ) para abordagem
curricular das mídias nas escolas primárias inglesas e difundida por Bazalgette
( que se baseia em seis conceitos ); o autor faz uma análise do que foi
observado e chega á conclusão que:

Agência – Nada relevante, digno de nota, o puco que se nota foi o destaque
para os interesses empresariais que influenciam o que não é veiculado.

Categoria – Ocorreu a utilização de certas categorias ( notícias e filmes ) mas
não houve reflexão a respeito delas; muito pouco se nota a introdução nos
trabalhos de rádio e jornal.

Tecnologia – O trabalho é focado no uso do computador, e inviabiliza que se
pense noutra tecnologias; torna – se algo complicado pelo fato de que muitos
professores têm menos conhecimentos sobre tecnologia que seus alunos, que
já utilizam no dia-a-dia.

Audiência – Não foi visto trabalhos que favorecessem a abordagem junto aos

alunos a respeito da audiências das diversas mídias, fato que não era posto
em discussão, foi algo que apareceu somente no projeto de rádio da escola
municipal quando houve comentários a respeito de programas e músicas.

Representação – Esta preocupação surgiu em algumas escolas, mas por meio
do viés ideológico, ou seja, ao invés de fazer com que os alunos vissem que
há diversos pontos de vista que favorecem a observação do mundo, ressaltou
aos alunos o que determinado ponto de vista não mostrava; tirando do aluno o
prazer da descoberta.

Ou seja, para terminar, esse mapeamento mostra um caminho em
construção que precisa ultrapassar o simples uso para chegar a um uso
reflexivo e também expressivo.Mídia – Educação no contexto escolar:
Mapeamento crítico dos trabalhos
Realizados nas escolas de Ensino
Fundamental em Florianópolis

O artigo de Silvio da Costa Pereira mostra para nós a importância de
enxergar as possibilidades de uso das Tics, que muitas vezes não são bem
utilizadas em sala de aula.

As possibilidades de exploração das mídias são infinitas: desde a utilização
de jornais, revistas, gibis, máquinas fotográficas, filmadoras e acesso a
internet; no entanto parece não ocorrer formação suficiente para que o
professor promova diversificação de atividades através do estímulo aos alunos
de forma criativa e descontraída.

O artigo traz o relato de uma pesquisa que o autor realizou em algumas
escolas com o objetivo de mapear os trabalhos que estavam sendo feitos com
a utilização das mídias nas escolas e como estava sendo o aproveitamento por
parte dos alunos.

As observações do autor citam a utilização de filmes e vídeos entre outros,
nos relatos colhidos há a citação de que na sala de aula é muito usado giz
e quadro; ou seja coisa escrita; sendo que há outras formas de introduzir
conhecimentos através da utilização de outras linguagens.

Nesse mapeamento, o autor verificou que embora o uso das mídias seja
razoavelmente grande, é perceptível que nem sempre refletem sobre o seu
uso; os gestores parecem não levar em conta que muitos dos professores
nasceram em um mundo sem muitas dessas mídias e que precisam de
uma formação abrangente que possa sanar as dificuldades existentes.
Apesar de ser do conhecimento dos professores que as crianças são hábeis
consumidoras dessas mídias; a maioria dos profissionais não parecem ter
se dado conta de que poderiam ser mediadores desses usos e que poderiam
alcançar um bom aproveitamento e aprofundamento nos conteúdos com todos
esses recursos existentes.

Através da proposta criada pelo British Film Institute ( BFI ) para abordagem
curricular das mídias nas escolas primárias inglesas e difundida por Bazalgette
( que se baseia em seis conceitos ); o autor faz uma análise do que foi
observado e chega á conclusão que:

Agência – Nada relevante, digno de nota, o puco que se nota foi o destaque
para os interesses empresariais que influenciam o que não é veiculado.

Categoria – Ocorreu a utilização de certas categorias ( notícias e filmes ) mas
não houve reflexão a respeito delas; muito pouco se nota a introdução nos
trabalhos de rádio e jornal.

Tecnologia – O trabalho é focado no uso do computador, e inviabiliza que se
pense noutra tecnologias; torna – se algo complicado pelo fato de que muitos
professores têm menos conhecimentos sobre tecnologia que seus alunos, que
já utilizam no dia-a-dia.

Audiência – Não foi visto trabalhos que favorecessem a abordagem junto aos

alunos a respeito da audiências das diversas mídias, fato que não era posto
em discussão, foi algo que apareceu somente no projeto de rádio da escola
municipal quando houve comentários a respeito de programas e músicas.

Representação – Esta preocupação surgiu em algumas escolas, mas por meio
do viés ideológico, ou seja, ao invés de fazer com que os alunos vissem que
há diversos pontos de vista que favorecem a observação do mundo, ressaltou
aos alunos o que determinado ponto de vista não mostrava; tirando do aluno o
prazer da descoberta.

Ou seja, para terminar, esse mapeamento mostra um caminho em
construção que precisa ultrapassar o simples uso para chegar a um uso
reflexivo e também expressivo.Mídia – Educação no contexto escolar:
Mapeamento crítico dos trabalhos
Realizados nas escolas de Ensino
Fundamental em Florianópolis

O artigo de Silvio da Costa Pereira mostra para nós a importância de
enxergar as possibilidades de uso das Tics, que muitas vezes não são bem
utilizadas em sala de aula.

As possibilidades de exploração das mídias são infinitas: desde a utilização
de jornais, revistas, gibis, máquinas fotográficas, filmadoras e acesso a
internet; no entanto parece não ocorrer formação suficiente para que o
professor promova diversificação de atividades através do estímulo aos alunos
de forma criativa e descontraída.

O artigo traz o relato de uma pesquisa que o autor realizou em algumas
escolas com o objetivo de mapear os trabalhos que estavam sendo feitos com
a utilização das mídias nas escolas e como estava sendo o aproveitamento por
parte dos alunos.

As observações do autor citam a utilização de filmes e vídeos entre outros,
nos relatos colhidos há a citação de que na sala de aula é muito usado giz
e quadro; ou seja coisa escrita; sendo que há outras formas de introduzir
conhecimentos através da utilização de outras linguagens.

Nesse mapeamento, o autor verificou que embora o uso das mídias seja
razoavelmente grande, é perceptível que nem sempre refletem sobre o seu
uso; os gestores parecem não levar em conta que muitos dos professores
nasceram em um mundo sem muitas dessas mídias e que precisam de
uma formação abrangente que possa sanar as dificuldades existentes.
Apesar de ser do conhecimento dos professores que as crianças são hábeis
consumidoras dessas mídias; a maioria dos profissionais não parecem ter
se dado conta de que poderiam ser mediadores desses usos e que poderiam
alcançar um bom aproveitamento e aprofundamento nos conteúdos com todos
esses recursos existentes.

Através da proposta criada pelo British Film Institute ( BFI ) para abordagem
curricular das mídias nas escolas primárias inglesas e difundida por Bazalgette
( que se baseia em seis conceitos ); o autor faz uma análise do que foi
observado e chega á conclusão que:

Agência – Nada relevante, digno de nota, o puco que se nota foi o destaque
para os interesses empresariais que influenciam o que não é veiculado.

Categoria – Ocorreu a utilização de certas categorias ( notícias e filmes ) mas
não houve reflexão a respeito delas; muito pouco se nota a introdução nos
trabalhos de rádio e jornal.

Tecnologia – O trabalho é focado no uso do computador, e inviabiliza que se
pense noutra tecnologias; torna – se algo complicado pelo fato de que muitos
professores têm menos conhecimentos sobre tecnologia que seus alunos, que
já utilizam no dia-a-dia.

Audiência – Não foi visto trabalhos que favorecessem a abordagem junto aos

alunos a respeito da audiências das diversas mídias, fato que não era posto
em discussão, foi algo que apareceu somente no projeto de rádio da escola
municipal quando houve comentários a respeito de programas e músicas.

Representação – Esta preocupação surgiu em algumas escolas, mas por meio
do viés ideológico, ou seja, ao invés de fazer com que os alunos vissem que
há diversos pontos de vista que favorecem a observação do mundo, ressaltou
aos alunos o que determinado ponto de vista não mostrava; tirando do aluno o
prazer da descoberta.

Ou seja, para terminar, esse mapeamento mostra um caminho em
construção que precisa ultrapassar o simples uso para chegar a um uso
reflexivo e também expressivo.Mídia – Educação no contexto escolar:
Mapeamento crítico dos trabalhos
Realizados nas escolas de Ensino
Fundamental em Florianópolis

O artigo de Silvio da Costa Pereira mostra para nós a importância de
enxergar as possibilidades de uso das Tics, que muitas vezes não são bem
utilizadas em sala de aula.

As possibilidades de exploração das mídias são infinitas: desde a utilização
de jornais, revistas, gibis, máquinas fotográficas, filmadoras e acesso a
internet; no entanto parece não ocorrer formação suficiente para que o
professor promova diversificação de atividades através do estímulo aos alunos
de forma criativa e descontraída.

O artigo traz o relato de uma pesquisa que o autor realizou em algumas
escolas com o objetivo de mapear os trabalhos que estavam sendo feitos com
a utilização das mídias nas escolas e como estava sendo o aproveitamento por
parte dos alunos.

As observações do autor citam a utilização de filmes e vídeos entre outros,
nos relatos colhidos há a citação de que na sala de aula é muito usado giz
e quadro; ou seja coisa escrita; sendo que há outras formas de introduzir
conhecimentos através da utilização de outras linguagens.

Nesse mapeamento, o autor verificou que embora o uso das mídias seja
razoavelmente grande, é perceptível que nem sempre refletem sobre o seu
uso; os gestores parecem não levar em conta que muitos dos professores
nasceram em um mundo sem muitas dessas mídias e que precisam de
uma formação abrangente que possa sanar as dificuldades existentes.
Apesar de ser do conhecimento dos professores que as crianças são hábeis
consumidoras dessas mídias; a maioria dos profissionais não parecem ter
se dado conta de que poderiam ser mediadores desses usos e que poderiam
alcançar um bom aproveitamento e aprofundamento nos conteúdos com todos
esses recursos existentes.

Através da proposta criada pelo British Film Institute ( BFI ) para abordagem
curricular das mídias nas escolas primárias inglesas e difundida por Bazalgette
( que se baseia em seis conceitos ); o autor faz uma análise do que foi
observado e chega á conclusão que:

Agência – Nada relevante, digno de nota, o puco que se nota foi o destaque
para os interesses empresariais que influenciam o que não é veiculado.

Categoria – Ocorreu a utilização de certas categorias ( notícias e filmes ) mas
não houve reflexão a respeito delas; muito pouco se nota a introdução nos
trabalhos de rádio e jornal.

Tecnologia – O trabalho é focado no uso do computador, e inviabiliza que se
pense noutra tecnologias; torna – se algo complicado pelo fato de que muitos
professores têm menos conhecimentos sobre tecnologia que seus alunos, que
já utilizam no dia-a-dia.

Audiência – Não foi visto trabalhos que favorecessem a abordagem junto aos

alunos a respeito da audiências das diversas mídias, fato que não era posto
em discussão, foi algo que apareceu somente no projeto de rádio da escola
municipal quando houve comentários a respeito de programas e músicas.

Representação – Esta preocupação surgiu em algumas escolas, mas por meio
do viés ideológico, ou seja, ao invés de fazer com que os alunos vissem que
há diversos pontos de vista que favorecem a observação do mundo, ressaltou
aos alunos o que determinado ponto de vista não mostrava; tirando do aluno o
prazer da descoberta.

Ou seja, para terminar, esse mapeamento mostra um caminho em
construção que precisa ultrapassar o simples uso para chegar a um uso
reflexivo e também expressivo.

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